A vida impõe pausas …

“A vida impõe pausas. Dá freadas bruscas no meio do caminho e, com sorte, nos permite reavaliar a rota, o trajeto, o cuidado com o equipamento.
É preciso planejar sem grandes expectativas; acreditar, perdoando se não for possível; sonhar, somando esperança com otimismo; arriscar, sem culpa ou arrependimento.
Entender, acima de tudo, que não somos culpados pelo acaso, por ventos súbitos que mudam nossa direção. Além disso, nunca é o bastante lembrar que amor não se cobra, e com saúde não se brinca.
Então perdoe-se quando for menos amado do que gostaria e permita-se um pouco de repouso_ sombra e água fresca_ de vez em quando.
Pausas são necessárias, e uma hora você irá perceber que foi importante ter o freio de mão puxado, a rota desviada, a tecelagem desorganizada.
E simplesmente agradecerá por estar vivo_ em segurança, em paz…
[Do texto “Dias de Outono”, blog A Soma de todos os Afetos, por Fabíola Simões]

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